Settran conclui vistoria de transporte escolar e garante fiscalização rígida aos clandestinos

A Secretaria de Transportes e Trânsito de Itabuna  – Settran, concluiu vistoria de vans, kombis e outros veículos utilizados no transporte escolar no município, procedimento determinante para a concessão ou renovação da permissão de funcionamento (Alvará).

O objetivo é garantir aos estudantes, principalmente crianças e adolescentes, as condições de segurança exigidas pelo Código Brasileiro de Trânsito e pela legislação municipal que regulamenta o serviço.

Na vistoria foram observadas as condições gerais do veículo e seus equipamentos de segurança, inclusive a apresentação de cópias e originais de 16 documentos do condutor e do veículo, além da avaliação psicológica do condutor.

De acordo com o diretor de transporte da Settran, Thomáz Fernandes, dentre os veículos vistoriados entre 18 e 22 de fevereiro, muitos se apresentaram sem condições de higiene e com ruim situação mecânica. “Estabelecemos um novo prazo, eles retornaram e refizeram a vistoria”, disse o diretor, adiantando que foram concluídas aproximadamente 60 vistorias. “Hoje estamos colocando os adesivos nos veículos aptos a exercer a atividade”.

Thomaz adiantou que será feita uma fiscalização intensa aos transportes clandestinos, simultaneamente com campanhas educativas nas escolas e reuniões com pais de alunos para mostrar o que é um transporte escolar com segurança, com higiene. “Esses pais entregam seu bem maior que são seus filhos aos condutores, e eles tem o direito de saber quais são as regras para exercer tão importante atividade”,  concluiu o diretor.

José Renato Silva que faz transporte escolar há quatro anos, diz que é fundamental a vistoria, mas pede uma fiscalização mais rígida aos clandestinos. Mesmo pensamento tem Edvaldo Miranda, 13 anos no transporte escolar, que acha importante a vistoria e regularização. “O selo comprova a legalidade e apta ao motorista a realizar transporte escolar com tranquilidade”, comentou, elogiando a agilidade e eficiência da Settran.

Crédito: ASCOM

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