Seleção brasileira treina em Goiânia para amistoso contra o Panamá

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O técnico da Seleção Brasileira de Futebol, Luiz Felipe Scolari, o Felipão, definiu ontem o time que vai entrar em campo hoje em amistoso contra o Panamá, às 16h, no estádio Serra Dourada, em Goiânia. O jogo servirá de preparação para a Copa do Mundo. O zagueiro Dante e o meio-campo Ramires serão os substitutos de Tiago Silva e Paulinho, que, junto com o volante Fernandinho, ficaram na Granja Comary, em Teresópolis, para fortalecimento muscular.

A seleção chegou domingo à noite na capital goiana e foi recepcionada na porta do hotel por cerca de 300 torcedores. À tarde, o time treinou no palco da partida, com a presença de 20 mil pessoas nas arquibancadas. A atividade foi a última com a presença de público antes da Copa do Mundo.

Para Scolari, ao abrir os portões, a seleção pagou uma dívida com o torcedor. Na preparação para a Copa das Confederações, no ano passado, a seleção deu de cara com protestos e vetou a presença de público nos treinamentos. Desta vez, a recepção das arquibancadas foi calorosa. “Ficamos contentes com a presença de 20 mil pessoas e da forma pela qual trataram os jogadores,. Queremos 40 mil torcedores”, disse.

De acordo com a Federação Goiana de Futebol, 22 mil ingressos foram vendidos, dos 40 mil disponíveis. A bilheteria do estádio ficará aberta amanhã. Um lugar nas arquibancadas custa R$ 100 e nas cadeiras, R$ 280.

Mas a tranquilidade que a seleção encontrou hoje pode ser quebrada nesta terça-feira. Servidores públicos de diferentes categorias prometeram uma greve geral e manifestações pela cidade. O movimento tem como lema “Da Copa Abro Mão. Quero Saúde, Transporte e Educação”. A polícia militar de Goiás informou que vai reforçar o efetivo nas imediações do estádio.

Felipão também comentou as recentes lesões de jogadores de outras seleções em amistosos durante o fim de semana, entre eles, o mexicano Luis Montes, que quebrou a perna durante confronto com o time do Equador.

O técnico brasileiro descartou a possibilidade dos atletas se pouparem no jogo de amanhã e cobrou seriedade.”Não adianta tirar o pé, tem que jogar com força e decisão, é assim que se faz. Causa espanto quando alguns dizem pra tirar o pé. Não é minha forma de trabalhar. Se tem que jogar amanhã, tem que ser com força”, afirmou.

Agência Brasil

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