Professores do programa de correção de fluxo são avaliados em Itabuna

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Os 15 professores da rede municipal de ensino de Itabuna selecionados para atuar na correção de fluxo na alfabetização realizado pelo Grupo de Estudos em Educação, Metodologia de Pesquisa e Ação (GEEMPA), em parceria com a Secretaria Municipal da Educação, participam de mais uma avaliação. O trabalho está sendo feito por uma das técnicas do grupo, Genair Correia, de Porto Alegre, durante encontro aberto na manhã desta segunda-feira, na sede na Uniube, e que prossegue até amanhã.

Alfabetizar os alunos com distorção de idade em séries do 3º ao 5º ano do Ensino Fundamental, por meio da correção de fluxo e tem o apoio do Ministério da Educação. Os professores já participaram do curso inicial de formação e agora são avaliados pelos técnicos do GEEMPA. “Queremos ter a certeza de que os professores itabunenses têm desempenhado bem o programa em sala de aula e que aluno tem respondido, satisfatoriamente, ao método aplicado”, reforçou a professora Genair Correia.

A secretária municipal da Educação, Dinalva Melo do Nascimento, lembra que foram diagnosticados na rede municipal de ensino que cerca de 1.700 alunos tinham déficit de alfabetização. “São alunos que não dominam o mínimo da educação básica da leitura e da escrita e por isso se enquadram no perfil como público alvo do programa”, expressou.

Dinalva Melo explica que os estudantes com deficiência na alfabetização foram divididos em grupos de no mínimo 12 e no máximo 25 alunos em sala de aula e acompanhados por um professor-alfabetizador em classes de aceleração. A secretária afirma como de fundamental importância não apenas a formação como a avaliação também, porque vai oferecer subsídios teóricos e metodológicos aos professores-alfabetizadores para o desenvolvimento de suas atividades docentes.

Este já é o terceiro encontro com a participação da assessoria do MEC/GEEMPA. O primeiro aconteceu no mês de julho, em Ilhéus, e outro foi realizado, no mês de outubro, em Salvador. Todos os encontros e formações buscam aprimorar técnicas de trabalho para a aceleração do aprendizado de alunos ainda não alfabetizados.

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