PM morta com família tinha denunciado policiais por roubo

A cabo da Polícia Militar Andreia Regina Pesseghini, que foi assassinada junto a mais quatro familiares, havia denunciado colegas policiais por envolvimento com roubo a caixas eletrônicos. Foi o que afirmou o comandante do 18º Batalhão da PM, coronel Wagner Dimas, em entrevista à Rádio Bandeirantes, nesta quarta-feira (7).

A chacina, que ocorreu na segunda-feira (5) no bairro da Brasilândia, zona norte de São Paulo, tem sido destaque em todos os meios de comunicação. O coronel, que era chefe de Andreia, diz que apenas um grupo restrito de policiais sabia da acusação feita pela policial.

O comandante disse também “não estar convencido” da versão apresentada até agora pela polícia, de que o filho de Andreia, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, de 13 anos, tenha matado toda a família e depois se suicidado.
Ainda segundo Dimas, a investigação não chegou a nenhuma conclusão, mas ressaltou que alguns policiais foram transferidos para o setor administrativo ou transferidos.
As cinco vítimas foram encontradas com tiros na cabeça. Luis Marcelo Pesseghini, 40, era sargento da Rota. A mulher era cabo do 18º Batalhão. As outras vítimas moravam na casa nos fundos: a mãe dela, Benedita Bovo, 65, e a tia-avó Bernadete Silva, 55.
Perícia
O filho do casal, Marcelo Pesseghini, de 13 anos, é suspeito de cometer os crimes e depois se matar nesta segunda-feira (5). Segundo laudo preliminar da polícia, Luís Marcelo Pesseghini, de 40 anos, e Andréia Regina Bovo Pesseghini, de 36 anos, foram os primeiros a serem assassinados. Verdinho Itabuna
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