Itabuna ganhará mais de 4 mil imóveis populares

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Para reduzir o déficit habitacional histórico e oferecer condições dignas de moradia para mais de 10 mil pessoas, a Prefeitura de Itabuna planeja entregar 4.342 imóveis a famílias carentes nos próximos três anos. Serão contemplados principalmente moradores das áreas de risco de bairros como Santa Inês, São Roque, Maria Matos (Rua de Palha),Maria Pinheiro e Daniel Gomes.

De acordo com a Secretaria de Planejamento e Tecnologia, já foram aprovados projetos para o investimento de mais de R$ 200 milhões na construção de apartamentos e casas populares com dinheiro do Programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. Somente na região do bairro Ferradas serão construídas 2.912 unidades habitacionais.

Naquele bairro serão implantados os conjuntos habitacionais São José e Jorge Amado, com investimento de mais de R$ 180 milhões do governo federal, além da contrapartida do município, que será responsável pela construção de redes esgotamento sanitário e pavimentação dos acessos aos imóveis. O Jorge Amado terá 2.012 apartamentos, enquanto o São José 900 unidades.

Estrutura

Os conjuntos habitacionais contarão com áreas externa e de lazer, como quadras poliesportivas, quiosques e parques infantis. Cada apartamento contará com dois quartos, sala, cozinha e áreas de serviço e se destinam às famílias com renda mensal de até R$ 1.600. O projeto prevê ainda implantação de serviços de saúde, educação e assistência social.

Segundo o secretário de Planejamento, Wenceslau Júnior, também estão aprovadas 750 unidades do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC – 2) e nos próximos meses serão retomadas as obras do Conjunto Habitacional Itabuna Parque, no bairro São Roque. O empreendimento contará com 500 apartamentos. Já está em andamento a construção de 180 casas populares para os moradores dos bairros Daniel Gomes e Maria Pinheiro.

O secretário explica que esses imóveis serão entregues às famílias nos próximos três anos. “Com isso, a administração municipal, em pareceria com o governo federal, estará reduzindo um déficit habitacional antigo e retirando centenas de famílias de áreas ribeirinhas e encostas. O desafio é reduzir o número de pessoas desabrigadas a cada período de chuvas fortes”, finaliza Wenceslau Júnior.

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