CONSCIÊNCIA NEGRA: EDUCADORES DO VIV-À-RTE E O RACISMO NO BRASIL

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Em comemoração ao Dia da Consciência Negra, a Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) realiza durante todo o mês de novembro no Teatro Zelia Lessa encontros com coordenadores e os educadores sociais do programa Viv-à-rte para debater o pensamento racial no Brasil.

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De acordo com a coordenadora do programa, Dayse Santos, o foco dos encontros foi o de “discutir a consciência negra e que compreender o porquê da teoria do branqueamento em nosso país, e da marginalização histórica do sujeito da pele preta”, disse a coordenadora indicando ainda que “os jovens negros são as maiores vítimas da violência em nosso país e que, dentro desse contexto, os educadores sociais foram estimulados a pensar a questão da construção da identidade. A partir de relatos vivenciados pelos educadores sociais em suas comunidades, a equipe de coordenação decidiu desenvolver um trabalho que estimulasse a autoestima dos jovens assistidos pelo programa”, explicou.

Com o tema “Somos Todos Diferentes, Somos Todos Iguais”, os supervisores do Viv-à-rte colocaram em prática oficinas que trabalharam a valorização do belo em cada um.

Educadores sociais participam de roda de conversa sobre o racismo no Brasil
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Atualmente, o Viv-à-rte atende a mais de 2 mil jovens em 27 núcleos que oferecem cursos nas mais diversas modalidades artísticas e esportivas, tendo-se como objetivo estimular as ações do programa ‘Cidade de Paz’. Paralelamente, os educadores se transformam em multiplicadores de conhecimentos e trabalham, com os seus alunos, temas diversos nos eixos transversais. Os cursos oferecidos pelo Viv-à-rte são todos gratuitos.

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